terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Bebê, mozin, mô, amor, isso ainda é muito pouco para o brilho do teu olhar, o encanto do teu sorriso, a segurança do teu abraço […]
Sabe, ás vezes sou idiota, implicante, ciumenta, chata, arrogante, irônica, mas se faço todo esse teatro é porque eu te quero bem pertinho de mim. Sei lá, o teu jeito meio: - Não vem que eu não to com paciência, foi um dos motivos mais plausíveis para que me fizesse continuar, porque você sabe né?! Amo as coisas difíceis, assim conquisto mais sabedoria, e sem falar do gostinho de “venci” se tudo der certo. Poupe-me esse rotulo, o que eu quero mesmo tem nome, número, defeitos, manias, que na verdade se resume em apenas quatro letras, V-O-C-Ê.
Paixão? Amor? Ilusão? Não sei, realmente não sei, posso estar confusa com a tua confusão, mas posso te garantir que é verdadeiro, afinal estamos falando de sentimentos. Não quero que aja por pressão, quero que aja com o coração. Os sentimentos não são como os ventos chegam e simplesmente vai embora, e muito menos como a chuva, mas é como um vulcão (…). Conquistas, desentendimentos, medos, momentos, isso tudo é só o começo, não é tudo tão recíproco, normal, mas se houver um “nós” entraremos em erupção, você consegue acreditar nisso? Eu prometo me controlar, ir com calma, mas me promete uma coisa também. Fica comigo? Monique Paixão.

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